terça-feira, 30 de junho de 2015

Brasil caminha para ruptura político-institucional, diz cientista político


A caminho de uma crise de Estado, o país precisa urgentemente que suas lideranças abaixem as armas por um instante histórico. “Tal aglutinação precisa começar com a articulação de diálogos entre as três principais forças políticas do país: o PT, o PSDB e o PMDB”, defende cientista político Leia mais


Fonte: Congresso em Foco

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segunda-feira, 29 de junho de 2015

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) - Junho de 2015

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) apresentou uma variação de 0,67% no mês de junho. No mês de maio o índice variou 0,41%.  Em junho de 2014 o índice  variou -0,74%.

Analistas preveem contração de 1,49% na economia brasileira


A economia brasileira se contrairá 1,49% neste ano a inflação chegará a 9%, de acordo com cálculos de analistas do mercado financeiro divulgados ...Link

Wall Street Drops at the Opening Bell as Greece Worries Weigh


U.S. equity markets opened sharply lower on Monday as uncertainty over Greece’s future in the eurozone weighed heavily on market sentiment. As of 9:30 a.m. ET, the Dow Jones Industrial Average fell 148 points, or 0.79% to 17809. The S&P 500 dropped 17 points, or 0.83% to 2084, while the Nasdaq shed 60 points, or 1.18% to 5020. Nine of ten S&P 500 sectors were in negative territory.

More on this story: http://www.foxbusiness.com/markets/2015/06/29/us-equity-futures-tumble-as-greek-crisis-worsens/?intcmp=bigtopmarketfeatures



Source: FoxNews.com foxnews@newsletters.foxnews.com

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Focus - Relatório de Mercado de 26 de junho de 2015


A secessão e o direito à autodeterminação - mais uma tentativa de separatismo na Europa - Por Ryan McMaken

Fonte: Instituto Ludwig von Mises
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Parece que o ímpeto separatista não vai acabar tão cedo na Europa.  Este mês, segundo o The Wall Street Journal, a mais nova tentativa de secessão vem da Sardenha.  Os líderes do movimento propõem que a ilha, que se tornou parte da Itália apenas nos anos 1860, deixe de fazer parte da Itália e passe a integrar a Suíça.

É certo que os sardos terão muito trabalho em convencer os suíços a aceitá-los como o mais novo cantão suíço (embora a Sardenha tenha um litoral a oferecer, o que ajuda); entretanto, o que esse episódio ilustra, mais uma vez, é que as fronteiras nacionais desenhadas em um mapa — seguindo critérios puramente políticos, em um processo que se estendeu ao longo de mais de dois séculos — estão começando a ter suas utilidade e legitimidade questionadas.

No improvável evento de a Suíça se declarar favorável à entrada da Sardenha na sua confederação, os unionistas italianos ainda assim se oporiam à secessão em termos legais e também sentimentais.  Eles também afirmariam que a Sardenha não pode se separar porque alguns sardos querem continuar fazendo parte da Itália.  
Mas isso é relativamente fácil de ser resolvido.

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A encíclica “Laudato Si´”: bem intencionada, mas economicamente insensata - Por Dr. Samuel Gregg

Fonte: Instituto Ludwig von Mises
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O que é tristemente irônico é que a mesma encíclica que faz declarações tão impetuosas sobre o livre mercado e seus defensores é também marcada por diversos clamores por um debate amplo e racional sobre como devemos tratar os problemas ambientais e econômicos.  

Laudato Si' enfatiza que a Igreja não detém o monopólio da sabedoria nas questões ambientais e econômicas.  Entretanto, o uso de frases como "mercado divinizado" e "concepção mágica do mercado"; o fato de associar o relativismo moral à "mão invisível" de Adam Smith; o fato de estabelecer uma ligação cruel entre materialismo e consumismo (nenhum dos quais teve qualquer dificuldade de florescer em economias planificadas); sua incapacidade de criticar os regimes populistas de esquerda que têm trazido destruição econômica e aumento da pobreza em países como a Argentina e a Venezuela; e sua atribuição de motivos suspeitos àqueles que defendem o livre mercado vão contra a esse apelo por um debate "aberto e respeitoso".

É verdade que, para uma parte do clero católico e de ativistas políticos, "diálogo com o mundo" significa ouvir apenas o que a esquerda política (crescentemente ateísta e anticatólica) pensa sobre qualquer assunto. Isso, todavia, não é uma justificativa para estigmatizar a posição daqueles que argumentam, de maneira clara e difícil de ser negada, que o maior e mais rápido redutor da pobreza na história humana tem sido a economia de mercado.
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sexta-feira, 26 de junho de 2015

Por que os brasileiros não confiam nos Partidos Políticos? - Por Luan Sperandio Teixeira


É uníssona a defesa por uma Reforma Política, a nova panaceia da política nacional. Entrementes, é preciso antes saber que tipo de Reforma Política queremos, e, para tanto, necessário se faz traçar um diagnóstico correto sobre o porquê de os brasileiros não se sentirem representados pelos partidos políticos. O Instituto Datafolha promove pesquisas sobre preferência […]
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Fonte: Instituto Liberal

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Beyond Descartes: The Mindfulness Revolution Lands In France



Source: Worldcrunch.com
PARIS — On a recent evening at the Folies Bergère, the normally raucous Parisian music hall was nearly silent. In its old red seats, 1,700 people sat with their eyes closed, guided by a soothing voice.
"We take the time to focus on the breathing, our breath that comes and goes..." There was no sniggering or eye-rolling. The crowd seemed to be engrossed by the spry man with graying hair leading the meditation.

His name is Jon Kabat-Zinn, a 71-year-old American who for the last 30 years has been the leading spokesman for "mindfulness," known in France as

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London Market Report - Friday, 26 June 2015


Source: ADVFN Newsdesk <newsdesk@advfn.co.uk>
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London open: Stocks fall as Greece enters crunch talks over debt deal
UK stock markets fell on Friday morning after the collapse of Greek debt talks at the Eurogroup meeting the previous day. The FTSE 100 was down 0.72% at 6,758.47 in early trading, as gains in the supermarket sector were offset by weakness among miners as investors scaled back their appetite for riskier assets.

Greece's international creditors have given the government a weekend deadline to come to a debt deal or risk defaulting on its €1.6bn repayment due to the IMF on 30 June.

After failing to reach an agreement on Thursday, German Chancellor Angela Merkel said another Eurogroup meeting on Saturday would be decisive for finding a solution for the Greek crisis, adding that an agreement must be reached before markets open on Monday morning. This would mark the fifth Eurogroup meeting in nine days.

Eurogroup chairman Jeroen Dijsselbloem said that the door was still "open" for Greece to come with new proposals "or accept what is on the table".

"With talks collapsing yet again on Thursday, it is looking like the crunchiest of crunch weeks will have to extend into the weekend," said Spreadex analyst Connor Campbell.

Tesco rises, miners fall

Supermarket chain Tesco gained after reporting that the ongoing slide in sales was slowing. UK like-for-like sales fell by 1.3% in the 13 weeks to 30 May, after 1.7% and 5.1% declines seen in the fourth and third quarters of the previous financial year.

Sector rivals Morrisons and Sainsbury's were also higher. However, just seven constituents on the FTSE 100 were in positive territory early on.

Mining stocks were out of favour as risk appetite faltered, with Glencore, BHP Billiton and Anglo American in the red.

Energy services outfit Wood Group declined after analysts at Beaufort Securities lowered their rating on the stock to 'hold', while sector peer Petrofac fell after being cut to 'sell' at Deutsche Bank

Renan quer controle extra sobre política fiscal do governo


Senador apresentou PEC para criar ‘Autoridade Fiscal Independente’, colegiado sem caráter normativo ou deliberativo. Ele discursou na tribuna e voltou a atacar ajuste fiscal de Dilma Leia mais


Fonte: Congresso em Foco

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Câmara derrota governo em projeto de desoneração


Entre os destaques ao projeto de lei sobre desoneração da folha de pagamento, foram aprovados benefícios fiscais à Zona Franca de Manaus e uma alíquota menor para o setor de confecções. Líder do PT minimiza prejuízo Leia mais


Fonte: Congresso em Foco

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Preso, presidente da Odebrecht determinou destruição de e-mail, diz PF



Polícia Federal informa que apreendeu, na última segunda-feira, bilhete no qual Marcelo Odebrecht escreveu a frase “destruir e-mail sondas”. Segundo policiais, destinatário era executivo da petroquímica Braskem Leia mais

Fonte: Congresso em Foco

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Reforma política da Câmara será desfeita no Senado


No alvo, decisões sobre fim da reeleição, doações de campanha e tempo de mandato, entre outras. Força-tarefa de senadores tem promovido reuniões com lideranças no Congresso e autoridades do Judiciário. Encontro com Dilma está na pauta desta quarta-feira Leia mais


Fonte: Congresso em Foco

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quinta-feira, 25 de junho de 2015

Sair do euro não é a cura para a Grécia - adotar uma moeda fraca só piora a situação - Por Frank Hollenbeck



A grande maioria da população grega — 70% — quer continuar com o euro.  O povo grego, justamente por já ter vivenciado devastadores casos de hiperinflação, e por só agora estar vivendo um período relativamente longo de estabilidade de preços, sabe que a saída do euro e a eventual adoção de uma nova moeda traria justamente o risco de ressuscitar o fantasma da destruição diária do poder de compra.Só que continuar no euro requer que o governo grego passe a viver estritamente dentro de seus meios — algo que ele não tem feito há décadas.  E, com partidos políticos anti-austeridade ganhando musculatura em todo o continente europeu, a Grécia pode se tornar o primeiro, mas não o último, a sair do euro.

Durante muitos anos, virou moda entre alguns economistas culpar o euro por todos os problemas da Europa.  No entanto, o problema da Europa não é ter uma moeda comum, mas sim estar submetida a excessivas regulamentações governamentais, a leis trabalhistas inflexíveis (veja, por exemplo, a diferença entre o mercado de trabalho na Alemanha e na Espanha), a altos gastos governamentais e, consequentemente, a uma alta carga tributária.Economistas que dizem que sair do euro irá solucionar os problemas econômicos da região são como curandeiros que vendem produtos exóticos que prometem uma substancial redução no peso sem que a pessoa tenha nem de cortar carboidratos ou fazer exercícios.  Eles querem ganhos sem dor.

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A Lógica da Mandioca. Ou: O Samba da Presidenta Doida - Por João Luiz Mauad,


]A mistura da soberba com a ignorância costuma ser explosiva.  Lembrei-me deste dito clássico hoje, ao ler mais um discurso da inevitável senhora de todos os púlpitos, locatária compulsória dos ouvidos alheios, pulverizando as próprias marcas anteriores e estabelecendo um novo recorde na produção de disparates. Eis um resumo, direto do site de Veja: Em […]
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A “mulher sapiens” da Dilma e sua relação com o feminismo e o politicamente correto - Por Bernardo Santoro


A grande piada no Brasil no dia de hoje foi o incrível discurso da Dilma sobre como a bola é o símbolo da evolução do homo sapiens e… das mulheres sapiens (sic)! Vendo o vídeo, conseguimos perceber claramente que a Presidente vacila ao falar a expressão “homo sapiens”, emendando então a ridícula expressão “mulheres sapiens” […]

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Spy scandal: 'An awful lot of this is a show'



Washington is doing diplomatic damage control after it was revealed the NSA spied on three French presidents. But Reginald Dale, a former Paris correspondent, tells DW that the outrage is mostly for show.

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Source: Deutsche Welle  

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French airports blocked by anti-Uber protests


Taxi drivers in France have launched nationwide protests against the ridesharing service Uber, blocking crucial transport infrastructure in major cities. Cabbies are demanding regulation to curb Uber's rise in France.


Source: Deutsche Welle
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Sociólogo explica onda de linchamentos em Moçambique



Só em 2014, Moçambique registrou o linchamento de 24 pessoas. A informação é da Procuradoria-geral da República. Centro e norte do país são as regiões mais problemáticas. 

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Fonte: Deutsche Welle

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Se os beneficiados pelo governo são também eleitores, o arranjo é irracional - Por Ludwig von Mises,

Fonte: Instituto Ludwig von Mises,
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No século XIX, os parlamentos levavam a sério a ideia de restringir ao máximo possível o aumento dos gastos públicos.  Hoje, no entanto, austeridade se tornou uma política desprezível. 

O aumento incontido dos gastos governamentais passou a ser uma política tida como sensata e boa para a economia.  Tanto o partido no poder quanto o da oposição competem por popularidade fazendo promessas de que seriam generosos com o dinheiro dos impostos.  

Criar novos cargos, secretarias e repartições e contratar mais funcionários públicos são políticas que passaram a ser vistas como "positivas", e toda e qualquer tentativa de conter o desperdício e o esbanjamento do dinheiro público passou a ser criticada como "negativismo", "pessimismo" e "insensibilidade".

Nenhum arranjo democrático pode existir se uma grande parcela dos eleitores está na folha de pagamento do governo (funcionários públicos e pessoas que recebem políticas assistenciais) ou recebe privilégios do governo (empresários beneficiados por subsídios ou cartelizados por agências governamentais ou protegidos por tarifas de importação).

Se os políticos passam a agir não como empregados dos pagadores de impostos mas sim como porta-vozes daqueles que recebem salários, subsídios e assistencialismos pagos com o dinheiro de impostos, então o arranjo democrático acabou. Criou-se a insensatez.
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A lenta agonia da indústria brasileira - Por Téia Magalhães,


Por Téia Magalhães, no Retrato do Brasilparceiro editorial de Outras Palavras


Fonte: Outraspalavras.net

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No mês em que, ano passado, se iniciou a campanha eleitoral gratuita em rádio e TV para o cargo de presidente da República, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Braga Andrade, afirmou em palestra na Associação Comercial do Rio de Janeiro que o desempenho da indústria brasileira no segundo trimestre foi “um fracasso” e que o ano estava perdido para o setor, o qual atravessa “talvez um dos piores momentos da história”.A situação não é muito diferente da vivida nos últimos três anos. Em 2011, o setor teve crescimento da produção de 0,4%; em 2012, queda de 2,5%; e, em 2013 passado, alta de 1,2%. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas (Abimaq), o segmento por ela representado está ainda pior: nos primeiros cinco meses do ano passado, as vendas foram 14% menores do que no mesmo período de 2013. Números como esses reforçam a ideia de que o País passa por uma fase de desindustrialização.

O setor industrial é considerado o motor do desenvolvimento econômico pelos efeitos que exerce para a frente e para trás na cadeia produtiva, pelo potencial de elevação da produtividade, pela maior ocorrência de mudança tecnológica e sua possibilidade de difundir esse progresso a outros setores da economia. Quando a indústria de um país atinge elevado padrão de sofisticação, com a produção não só de bens de consumo, mas também de bens intermediários e bens de produção, ocorre a elevação da renda percapita, a pauta de exportações é dominada por produtos industriais de grande valor agregado e a própria estrutura produtiva passa a exigir serviços mais modernos e diversificados, aumentando seu peso relativo no PIB. Alcançado esse patamar, ocorre, então, um processo de desindustrialização da economia, que é positivo e natural.

De acordo com a definição mais amplamente aceita, a desindustrialização acontece quando tanto o emprego industrial perde importância no conjunto do mercado de trabalho quanto a produção industrial perde participação no PIB. A desindustrialização pode ocorrer, portanto, quando o emprego e o PIB estão em expansão, mas a indústria contribui em menor proporção para isso.A desindustrialização adquire caráter negativo quando ocorre de forma precoce, sem que tenha havido o pleno desenvolvimento industrial de um país. Há, então, uma reversão da pauta exportadora em direção às commodities, produtos primários ou manufaturas com baixo valor adicionado e baixo conteúdo tecnológico, algo que, segundo alguns economistas, pode ser sintoma da “doença holandesa”, numa referência ao processo de perda de competitividade da indústria da Holanda quando a subida dos preços do gás nos anos 1960 aumentou expressivamente as receitas de exportação do país, valorizando a moeda local.


Alguns economistas consideram que a desindustrialização de maneira geral não é um fator relevante para o crescimento de longo prazo, que seria resultado do processo de acumulação e do progresso tecnológico, independentemente da composição setorial da produção. Outros acreditam que, no caso brasileiro, as mudanças da economia nos últimos vinte anos, ao contrário de trazer prejuízos, favoreceram a indústria ao permitir a importação de máquinas e equipamentos tecnologicamente mais avançados, modernizando o parque industrial brasileiro e, consequentemente, a própria expansão da produção industrial.Independentemente das opiniões quanto aos efeitos da desindustrialização para o futuro da economia brasileira, é inegável que a indústria vem perdendo espaço no PIB. Esse processo teve início nos anos 1980.

 No texto “A desindustrialização no Brasil”, escrito em 2012, Wilson Cano, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), lembra que a participação da indústria de transformação no PIB em 1980 era de 33% e caiu para 18% em 2010 – em 2012, segundo dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), desceu para 13,3%. Cano mostra que entre as taxas médias anuais de crescimento dos setores que formam o PIB, a da indústria de transformação é a que apresenta pior resultado: entre 1989 e 2001 ficou em 1,4%, entre 2001 e 2006, em 2,8% e entre 2006 e 2010,
em 2,3%.Ele analisa ainda a evolução da relação entre o valor da transformação industrial (VTI) e o valor bruto da produção industrial (VBPI) – que mede o quanto o processo de transformação industrial representa no valor total dos produtos –, a qual caiu de 47 em 1996 para 41,1 em 2004, crescendo um pouco a partir de 2006, fato que atribui aos incentivos a determinados setores da indústria, em função de políticas anticíclicas do governo, como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para automóveis e linha branca. 

Tais estímulos foram eliminados no início de 2015, quando Joaquim Levy assumiu o ministério da Fazenda.Fernando Maccari Lara, professor da Unisinos, do Rio Grande do Sul, fez um estudo do processo de desindustrialização para o período de 1994 a 2010, separando os indicadores nos governos dos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva. O trabalho mostra que, no conjunto desses dezesseis anos, a taxa média de crescimento da indústria foi de 1,93% ao ano. Considerando apenas a indústria de transformação, que tem maior poder de repercussão sobre o desenvolvimento, a taxa foi ainda menor, de 1,51% ao ano, enquanto o crescimento médio do PIB foi de 2,58%.Lara utiliza como indicadores a diferença, expressa em pontos percentuais (pp), entre a taxa de crescimento do PIB e a taxa de crescimento da indústria e entre a taxa de crescimento do PIB e a taxa de crescimento da indústria de transformação. Quando a diferença é negativa, isso indica desindustrialização. No conjunto dos dezesseis anos, a taxa diferencial para a indústria de transformação foi de -1,07 pp – ou seja, a economia como um todo cresceu mais do que esse ramo da indústria. 

Para o conjunto da indústria, a diferença foi de -0,65 pp. A desindustrialização foi maior no período Lula: -0,77 pp para o conjunto da indústria e -1,34 pp para a indústria de transformação (no período FHC, os índices foram, respectivamente, -0,52 e -0,79).O estudo utiliza também dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) para analisar o comportamento do emprego, o outro indicador da desindustrialização. Para o conjunto do período há redução na participação do emprego industrial, que em 1994 representava 21,37% do total e caiu para 17,89% em 2010. Nos primeiros oito anos (período FHC) a taxa média de crescimento do emprego na indústria de transformação foi de 0,37% ao ano e a do emprego total foi de 2,43%, o que gerou o índice equivalente a -2,06 pp. No período Lula, quando a taxa de crescimento do emprego em geral foi maior, de 5,51% ao ano, a da indústria de transformação atingiu 5,32%, o que resultou em -0,19 pp, evidenciando que, também por esse ângulo de análise houve desindustrialização nos dezesseis anos analisados. 

No caso do emprego industrial, o problema também vem de antes: a participação da indústria de transformação no conjunto do pessoal ocupado caiu de 15,5% em 1980 para 12,4% em 1995.
Uma das principais causas apontadas para a desindustrialização precoce é a valorização da taxa de câmbio. Lara mostra que no período de câmbio desvalorizado, que vai do quarto trimestre de 1998 ao quarto trimestre de 2004, as diferenças entre o crescimento do PIB e do emprego no conjunto da economia e os respectivos crescimentos na indústria e na indústria de transformação são sempre positivas, indicando maior crescimento da indústria do que no conjunto da economia. Nos dois períodos de câmbio valorizado, entre o quarto trimestre de 1994 e o quarto trimestre de 1998 e entre o quarto trimestre de 2004 e o quarto trimestre de 2010, no entanto, as diferenças entre todas as taxas são negativas.

A observação em detalhe sobre como se deu essa queda de participação da indústria na economia brasileira revela que o setor não só perdeu importância na economia como regrediu em seu desenvolvimento interno, concentrando-se mais e mais na produção de bens menos sofisticados tecnologicamente. Cano mostra em seu trabalho que o VTI do setor de bens de capital representava 15,6% do VTI correspondente ao conjunto da indústria de transformação em 1970 e alcançou 19,9% em 1980. Mas, em 1996 já havia caído para 14,4% e chegou a 10% em 2003 (em 2009, era de 11%).
Em seu estudo, Lara apresenta dados levantados por Ricardo Carneiro, professor da Unicamp, correspondentes ao período entre 1996 e 2008, os quais detalham os saldos comerciais brasileiros relativos a produtos industriais e não industriais a cada três anos. Os saldos dos produtos não industriais crescem a partir de 1996 de forma contínua e expressiva (de 510 milhões de dólares em 1996 para 26 bilhões de dólares em 2008). 


Já os dos industriais são negativos no período de valorização cambial ocorrido entre 1996 e 1999 (-5 bilhões de dólares e -4,5 bilhões de dólares, respectivamente), tornam-se positivos em 2002 (8 bilhões de dólares) e em 2005 (33,2 bilhões de dólares), quando o câmbio se desvaloriza, e voltam a ser negativos em 2008 (-1,3 bilhão de dólares), novo período de valorização. Enquanto os saldos comerciais dos produtos de média-baixa tecnologia e baixa tecnologia são sempre positivos, com maior crescimento no saldo dos produtos de baixa tecnologia, os dos produtos de alta e média-alta tecnologia são sempre negativos, de tal forma que em 2008 esse déficit chega a 51 bilhões de dólares, mais do que a entrada de capital estrangeiro na forma de investimento direto no Brasil naquele ano (45 bilhões de dólares). (tabela)

A desvalorização cambial ao longo dos oito anos de governo Lula promoveu mudanças nos coeficientes de exportação e importação da indústria. O coeficiente de importação da indústria em geral passou de 14,6 % em 2005 para 21,8% em 2010 – no caso das máquinas e equipamentos para fins industriais e comerciais, saltou de 33% para 47,2%. O coeficiente de exportação da indústria em geral foi de 21,1% em 2005 para 18,9% em 2010, mas o de automóveis, caminhões e ônibus caiu mais, de 28,7% para 13,4%, enquanto o da indústria extrativa subiu de 54,5% para 75,3%, segundo dados da Fiesp apresentados por Fernando Maccari. E Carneiro observa ainda que dois conjuntos de setores aumentaram o coeficiente de exportação: o da empresas industriais ligadas à base de matérias-primas e o das produtoras de bens de capital, devido, neste caso, a uma tendência de crescimento de coeficiente de importação no setor, indicando atividades de montagem.Mesmo o capital estrangeiro, que aumenta cada vez mais seu domínio sobre a indústria brasileira, está diminuindo seus investimentos no setor. Estudo da CNI, divulgado no início do mês passado, mostra que o investimento estrangeiro direto (IED) na indústria caiu de 46,5% em 2007 para 33% em 2013, enquanto o IED no setor agrícola e mineral cresceu de 13,9% para 26,2% e em serviços aumentou de 38,1% para 44% no mesmo período.


E com a perda do vigor da economia, que cresceu em ritmo lentíssimo nos últimos três anos, a situação da indústria ficou ainda mais agravada. Até no agronegócio se pode perceber o retrocesso. Nos últimos dez anos, segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a produção de soja cresceu 73%, mas a capacidade de moagem da indústria aumentou apenas 35%, enquanto o volume de matéria-prima efetivamente processada cresceu menos ainda: 28%. E se em 2004 o Brasil processava 57% da soja produzida, a Abiove espera para este ano apenas 42%, devido, principalmente, a mudanças na China, que hoje prefere comprar soja para processar no próprio país. E mesmo a área automobilística, o setor mais dinâmico da indústria no País – o qual reduziu a produção de 2,8 milhões de veículos em 2010 para 2,7 milhões em 2014, período em que as vendas ao exterior passaram, respectivamente, de 610 mil para 397 mil unidades – estima forte retração este ano.
Diante da evidência da perda relativa do papel da indústria na economia, os empresários cobram medidas do governo.

 Em meados do ano passado, a CNI promoveu um debate com presidenciáveis, quando apresentou um conjunto de 42 proposições para o aumento da produtividade e da competitividade. A proposta da entidade estabelece para 2018 o cumprimento de cinco metas: sistema tributário livre de ineficiências que o caracterizam hoje, mudanças nas relações de trabalho no sentido de liberdade de negociação, crescente participação da iniciativa privada e maior alocação de recursos públicos em infraestrutura, juros em padrões próximos dos internacionais e taxa de câmbio competitiva, melhoria expressiva na educação básica. Nada muito diferente do rumo das reformas liberais dos anos 1990, cujo resultado foi exatamente a desindustrialização.Carlos Pastoriza, presidente da Abimaq, eleito recentemente, disse ao diário Valor Econômico que, em conversas com empresários de diversos segmentos da indústria de máquinas, observou que muitos estão fechando fábricas e transformando suas empresas em importadoras. 

E as empresas que ainda estão resistindo constituem um parque fabril envelhecido, com equipamentos com dezessete anos de uso em média, segundo avaliação do ex-ministro do Desenvolvimento, Mauro Borges, exposta em evento sobre o comércio exterior brasileiro em 2014. Por essa razão, inclusive, um dos pleitos da Abimaq aos candidatos à Presidência da República foi a implantação de um programa de modernização, que vem sendo chamado de Modermaq, que envolveria crédito fiscal de 15% para empresas que comprovarem o descarte de máquinas antigas substituídas por novas.Reverter o processo de desindustrialização não é fácil. Uma mudança na política de valorização cambial, como muitos reclamam, poderia, em tese, favorecer um processo de reindustrialização, como já ocorreu entre 1999 e 2004. Embora o câmbio tenha efetivamente um papel nesse processo, ele evidentemente não explica tudo. Basta ver que mesmo nos períodos de valorização cambial as áreas industriais menos avançadas tecnologicamente conseguem manter superávits, especialmente as de baixa tecnologia.

 Mas o problema está nos produtos de maior conteúdo tecnológico, nos setores de ponta, nos quais nossa indústria não é competitiva.Em seu estudo, Cano aponta algumas das principais causas do processo que conduziu o setor a essa situação. Ele destaca a eliminação indiscriminada da proteção que o País tinha sobre as importações como um dos fatores que agravaram nossa desindustrialização. E, principalmente, o fato de ter assumido compromissos internacionais, como a entrada na Organização Mundial do Comercio (OMC), que o impede de enfrentar seus problemas com políticas adequadas. Cano atribui à abertura da conta de capital a questão central: China, Rússia e Índia, mesmo sendo economias de mercado, mantêm controle sobre entrada e saída de capitais internacionais e nacionais, sobre remessas de lucros e dividendos e sobre fluxos de investimentos.

Ele avalia que o que está ocorrendo com a indústria brasileira não é apenas uma crise passageira, mas a continuidade de uma longa crise iniciada no final da década de 1970, a qual destruiu instituições de desenvolvimento, debilitou o Estado e desvirtuou o caminho do empresariado produtivo e progressista. Ele lembra que nenhum país se tornou uma potência industrial sem forte apoio e proteção do Estado, cujos maiores exemplos são, antes da China, a Alemanha, o Japão e a Coreia do Sul. E no caso brasileiro, nenhuma política industrial será eficiente se não houver mudanças importantes na política macroeconômica, especialmente nos juros e câmbio e conta de capitais, além da subordinação à OMC.

PMDB prepara candidato próprio à sucessão de Dilma

Partido comandado pelo vice-presidente Michel Temer pretende anunciar durante congresso, em agosto, que terá candidatura própria ao Planalto em 2018. Temer, Eduardo Paes e Eduardo Cunha são os mais cotados como presidenciáveis Leia mais


Fonte: Congresso em Foco
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quarta-feira, 24 de junho de 2015

Art Basel indica mercado de arte em ascensão


Feira de arte de Basileia é considerada a mais rentável do mundo, com a presença de celebridades e obras vendidas a milhões de euros. Interesse e disposição de compra dos colecionadores crescem a cada ano.


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Fonte: Deutsche Welle

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Desenhos de Hitler são vendidos em leilão


Antes de chegar ao poder como ditador da Alemanha nazista, um jovem Adolf Hitler sonhava em se tornar um artista. Quatorze obras desta época são leiloadas em Nurembergue e totalizam quase 400 mil euros.

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Fonte: Deutsche Welle

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Projeto de vocalista do Rammstein investe em peso, polêmica e humor


Till Lindemann e Peter Tägtgren são famosos como os rostos do Rammstein e do Hypocrisy. Juntos, os "Pet Shop Boys do rock" apresentam um som pesado e dançante, com letras que não têm medo de chocar.

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Fonte: Deutsche Welle

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terça-feira, 23 de junho de 2015

EUA vão enviar armas pesadas para o Leste Europeu

Em meio à crescente tensão com a Rússia, secretário da Defesa afirma que armamento vai circular entre Bulgária, Estônia, Letônia, Lituânia, Polônia e Romênia e será usado para treinamento e exercícios militares.

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Fonte: Deutsche Welle

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Servidores públicos e o excesso de gastos na administração pública - Por Nayana Guimarães S. de Oliveira



Este estudo analisa a aplicabilidade do acordo e da convenção coletiva como alternativas à hipótese de corte de pessoal em casos de excesso de gastos na Administração Pública. Os paradigmas adotados são posicionamentos jurisprudenciais dos tribunais superiores.

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Princípio da insignificância em pauta no STF - Por Guilherme Luiz Ribeiro Andrade


O princípio da insignificância penal nos crimes contra a ordem tributária baseia-se no art. 20 da Lei n.º 0.522/02 e nos valores estipulados nas Portarias nº 49 e 75 do Ministério da Fazenda.

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Um retrato da saúde brasileira - um desabafo de dois médicos - Por Helio Dehon Barbosa e Tatiana Villas Boas Gabbi,

Fonte: Instituto Ludwig von Mises


Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.

"Direito" à saúde

A área da saúde pode ser — e é! — negativamente influenciada pela interferência das ideologias socialistas e, consequentemente, da intervenção estatal.  Este artigo foi escrito por quem está do lado de cá: clinicando, operando e passando por todo o tipo de dificuldades em tentar ser médico em um país onde a pérfida influência comunista, na disfarçada figura da social democracia, já lançou de forma quase que definitiva seus tentáculos.Talvez devamos iniciar com uma das frases mais ditas nos últimos 30 anos, minuciosamente pensada e formulada pela inteligentsia: "Saúde, um direito de todos".  Tal afirmação positiva é uma grande falácia.

Aqui, vale fazer uma recordação sobre as transformações ideológicas e também sobre as palavras que perderam o sentido, e relembrarmos que "direito" se transformou em uma palavra universal nesse nosso mundo dominado por um estado forte que quer cuidar de tudo e a todos prover — ou pelo menos promete isso.É fundamental conceituar a definição de "bem", que juridicamente significa 'tudo aquilo que pode ser propriedade de alguém'.  Ou ainda, tudo o que é 'útil para poder satisfazer a necessidade de alguém'.  Economicamente falando, um bem também se caracteriza pela utilidade e escassez, podendo ser assim um bem de consumo (duradouro e não-duradouro).

A criação de riqueza é muito mais importante que a caridade; sem a primeira não existe a segunda - Por Steve Patterson,

Fonte: Instituto Ludwig von Mises
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.

Dar uma máquina de lavar para uma pessoa irá mudar a vida dela, sem dúvida nenhuma.  E certamente criará benéficos efeitos propagadores.   Mas criar uma máquina de lavar — ou inventar uma melhor — é o que muda o mundo.  Até mesmo suprir as indústrias com as matérias-primas necessárias para a construção da máquina de lavar muda o mundo.  Os trabalhadores das mineradoras, ou mesmo a garçonete que serve o almoço para esses trabalhadores, estão diretamente envolvidos nesse processo de retirar as pessoas da pobreza.

Isso não diminui o papel da caridade; ela também desempenha uma função valiosa.  Entretanto, temos de ser realistas: uma doação para uma instituição de caridade não cria os mesmos efeitos propagadores que vender comida boa e barata, ou vender máquinas e utensílios domésticos, para todos.Somos rápidos em elogiar aquilo que vemos — uma instituição de caridade que distribui comida para os miseráveis —, mas negligenciamos ou até mesmo condenamos aquilo que não vemos: todo o trabalho e cooperação que foram necessários para produzir e distribuir comida. 

 O agricultor, o açougueiro, o caminhoneiro, o cozinheiro, o engenheiro, o empreendedor e o capitalista também deveriam ser louvados pelo seu trabalho que possibilitou a existência daqueles pratos de comida que agora saciam os esfomeados. Sem tais pessoas, não haveria nenhum excedente de comida para que a instituição de caridade aplacasse a fome dos necessitados.
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Desabafo: Brasil voltou 20 anos no tempo

O presidente da fabricante de veículos Mercedes, Daimler (XE:710000), Phillipp Schieme, desabafou em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, afirmando que o Brasil perdeu previsibilidade na condução econômica, voltando 20 anos no tempo. Schieme diz que esta é a pior crise nos últimos anos no Brasil, com a indústria pressionada por todos os lados: aumento nos custos, com queda no volume e preços de venda. 

Fonte: ADVFN Brasil www.advfn.com.br

Liberais e conservadores no Brasil por Catarina Rochamonte



Quando o termo política se referir ao quesito de conduta dos povos, então deve-se levar em conta a possibilidade de acordo entre tipos divergentes de discursos, pois a primazia de uma determinada vertente ideológica não aniquila a possibilidade de diálogo. O diálogo favorece a incorporação de novas qualificações, novas atribuições ou mesmo o desvio de […]
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