quinta-feira, 2 de julho de 2015

O que o Zimbábue pode ensinar sobre o uso de múltiplas moedas para acabar com a hiperinflação

Fonte: Instituto Ludwig von Mises

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.


O Zimbábue apareceu nas manchetes durante toda a década de 2000 devido à sua extraordinária taxa de inflação, a qual chegou a 79,6 bilhões por cento ao mês em Novembro de 2008, o que significava uma taxa de inflação de 98% ao dia.  
Como era de se esperar, o Zimbábue se tornou um dos assuntos favoritos entre os economistas monetários devido a essa sua extraordinária taxa de inflação.  

Entretanto, mais recentemente, o Zimbábue se tornou um fascinante exemplo de uma economia operando com várias moedas concorrentes, mas não tem recebido praticamente nenhuma atenção dos economistas acadêmicos. O dólar americano, o rand sul-africano, o pula de Botswana, a libra britânica, o euro, o dólar australiano, o renminbi chinês, o iene japonês e a rúpia indiana circulam livremente no país.

O PIB do país, que encolhia ano após ano, apresentou um salto impressionante tão logo a concorrência monetária foi estabelecida em no início de 2009, triplicando em apenas 5 anos. A taxa de inflação de preços, por sua vez, desabou.
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