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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Trump a caminho da guerra nuclear?



Noam Chomsky alerta: EUA desprezam todas as chances de acordo, em conflitos globais explosivos. Que loucura fará o presidente, quando seu capital político se esgotar? Entrevista a Dan Falcone 

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Fonte: Outras Palavras

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Electoral Cycles and Public Employment in Brazilian Prefectures: Evidence for the years 2002-2013 - Por Rafael Alves


Electoral Cycles and Public Employment in Brazilian Prefectures: Evidence for the  years 2002-2013  


By Rafael Alves de Albuquerque Tavares (rafaelatavares@usp.br)  

Abstract:  
This  paper  analyzes  the  effect  of  the  municipal  elections  on  the  personnel expenses  of  Brazilian municipal  governments,  in  search  of  evidence  on  the  existence  of electoral  cycles in municipal expenditures. Using data that covers the 2002-2009 period, I estimate a Fixed Effects model. The results of the article indicate that in electoral years there is a decrease in personnel expenses. By separating the type of employment relationship of the worker, this article shows evidence that there is a decrease in the number of appointed and by-contract workers and the maintenance of the number of statutory workers.  In addition, the total wage bill is reduced for all types of employment relation. 


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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Modelli e metodi quantitativi per le decisioni di politica monetaria: limiti e nuove prospettive - Per I Visco, G della Banca d'Italia



Modelli e metodi quantitativi per ledecisioni di politica monetaria: limiti e nuove prospettive

I Visco, G della Banca d'Italia

... fare leva su un approccio quantitativo rigoroso e verificabile ma tuttavia non meccanico, quale
quello che è alla base dello sviluppo dell'econometria e dell'utilizzo dei modelli ... Quanto al metodo,
non vedo alternative all'approccio quantitativo dell'econometria, anche se sono ...    Link

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Não culpem os robôs - Por Vicenç Navarro

Nos próximos anos, pode haver novas ondas de desemprego e precarização do trabalho. O pensamento dominante responsabilizará a automação e a robótica. É falsidade grosseira. Link


Fonte: Outraspalavras.net
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

[Outras Palavras] Boletim 589

Naomi Klein: a defesa da Terra é pós-capitalista
Ativista-intelectual sustenta: para frear mudança climática, todas as atitudes pessoais têm valor. Mas elas só serão efetivas se houver mudança no modo de produção e consumo. Entrevista a Bill Lueders (Outras Palavras)

A revolta dos adolescentes vista por dentro
Ensaio sobre movimento que desafia o fechamento de escolas e a maré conservadora. Quem são, o que querem e como se organizam os garotos e garotas que estão fazendo São Paulo pensar. Por Katya Braghini, Paula Maria de Assis, Marianna Braghini Deus Deu e Andrezza Silva Cameski (Outras Palavras)

A execução no Rio e o vídeo da Unicef que ninguém viu
O que separa o assassinato de cinco jovens por policiais, no Rio, e o depoimento de mães de adolescentes mortos? Como a opinião pública percebe esses dramas? Por Alceu Luís Castilho (Blog do Alceu Castilho)

Direito de Resposta: a nova lei já funciona
Um caso exemplar: como a "Folha" manteve informação manipulada sobre BNDES, mesmo sabendo que induzia leitores a erro. Quais as consequências do recuo atrasado do jornal. Por Luis Nassif, no GGN (Outras Mídias)

Swissleaks: como o HSBC favoreceu sonegadores
Jornalistas que investigaram fraudes fiscais favorecidas por grande banco britânico contam, em livro, como abriram uma das caixas pretas do sistema financeiro global. Por Patrícia Dichtchekenian, no Opera Mundi (Outras Mídias)

Viagem: rumo ao Pescoço da Lua
No Equador, um pequeno país com diversidade geográfica única, o Cotopaxi, segundo maior vulcão ativo do mundo ameaça despertar e evoca nossa delicada existência. Por Lívia Velasco, no Calle2 (Outras Mídias)

[Outras Palavras] Boletim 588

"Império" e "Multidão",quinze anos depois
Michael Hardt, parceiro de Toni Negri em obras que renovaram marxismo, sustenta: novo sujeito político, capaz de superar capitalismo, ainda precisa ser criado. Entrevista a Tom Cassauwers (Outras Palavras)

Ocupaçõesrevelam: governo depreda escolas
Ao assumirem cuidado dos prédios onde estudam, alunos recuperam instalações e descobrem inúmeros casos de descuido ou mal uso do equipamento e material escolar. Por Maíra Machado, no EsquerdaDiário (Outras Mídias)

Samarco: a curiosa reinvenção do idioma pela mídia…
Defensores da mineradora ignoram definição de toxicidade para amenizar impactos do rompimento da barragem em Mariana; fingem ignorar que não somente metais pesados têm efeito nocivo. Por Alceu Luís Castilho (Blog do Alceu Castilho)

Projeto: a linhade metrô mais barata de São Paulo
Em exercício de planejamento cidadão, oposto aos cálculos das empreiteiras, repórter descobre: é possível unir, por trilhos, pontos cruciais da metrópole sem gastar em desaspropriações. Por Tiago de Thuin, no Commu (Outras Mídias)

Outros Quinhentos apresenta centro cultural baiano em SP
Novo parceiro de Outras Palavras é, muito mais que restaurante, espaço para música, literatura e artes visuais brasileiras (Blog da Redação)

Inapta
"Sou desajustada desde sempre. Queria ajudá-lo a ser pai de margarina, me olhar daquele jeito que olhou quando eu ainda nem sonhava em embarrigar daquele olhar. O bebê é bem vindo, a coisa mais linda que existe no mundo…" Por Fabiane Borges, na coluna Fêmea (Outras Palavras)

[Outras Palavras] Boletim 587


O mitointeresseiro da “autorregulação”
Aos poucos, Estados transferem poder de regulamentar vida econômica e financeira aos “mercados”. Se não for freada, tendência destruirá direitos sociais e natureza. Por George Monbiot (Outras Palavras)

Ocupações,luta da periferia?
Dois cientistas sociais vão a uma escola central, em S.Paulo, e compreendem um aspecto do movimento pouco notado nas análises convencionais. Por Caetano Patta e Vinicius Saragiotto M. do Valle (Blog)

Como entendera nova fase da Operação Lava Jato
Possível reviravolta no caso. Prisão do senador compromete PT, mas também joga luz sobre estranho esquema de José Serra. Procurador-geral pode ter deflagrado ação, que reduz poder de Sérgio Moro. Por Luis Nassif, no GGN (Outras Mídias)

Para desvendaro elitismo do Judiciário brasileiro
Tese de doutorado começa mapear a teia de relações aristocráticas e capitalistas que torna Justiça tão favorável ao poder e hostil aos pobres. Por Cida de Oliveira, na RBA (Outras Mídias)

Dandara, aguerreira de Palmares, vive!
A histórica Marcha das Mulheres Negras pautou demandas para os próximos vinte anos e mostrou que é preciso um novo pacto civilizatório. São as Dandaras de hoje. Por Maria Carolina Trevisan (Outras Palavras)

O convitesingular de Paulo Betti
Ao encenar, no Rio, Autobiografia autorizada, e assumir simultaneamente papíes de autor, ator, codiretor, ele instiga cada espectador a refletir sobre seu próprio eu. Por Wagner Correa de Araujo (Outras Palavras)



Fonte: Outraspalavras.net

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

Pro-Uni: radiografia de uma inclusão segregadora - Por José Tadeu Arantes, na Agência Fapesp

Novo livro lança examina, em sua complexidade, programa que levou milhões de excluídos ao ensino superior -- mas fortaleceu modelo para o qual Educação não passa de mercadoria. (Outras Mídias) - Leia Mais

Fonte: Outraspalavras.net

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

Nos subterrâneos da Indústria Farmacêutica

Viagem ao mundo do medicamento-mercadoria. A pesquisa submissa ao marketing. O trabalho infenal, nos laboratórios. A "eficácia das drogas atestada em estudos fraudados. Por Quentin Ravelli (Outras Palavras) Leia Mais


Fonte: Outraspalavras.net
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Censura política no Facebook? - . Por Antonio Martins


Rede retira do ar texto de Patrick Cockburn, que aponta responsabilidade dos EUA na origem da onda de refugiados que chega à Europa. Acionado, Facebook silencia.

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Fonte: Outraspalavras.net

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

Reforma Política: onde estamos agora? - Por José Antonio Moroni


Decisão do STF contra financiamento empresarial dos partidos é histórica -- mas Senado pode revertê-la, como planejou Gilmar Mendes. Mobilização da sociedade anularia risco e colocaria em xeque onda conservadora. 

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Fonte: Outraspalavras.net

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Os bancos preparam a próxima crise global - Por Susan George

Como eles recuperaram poderes e regalias que levaram ao terremoto de 2008. Por que, ao poupá-los, políticas como "ajuste fiscal" brasileiro abrem caminho para novo desastre. Por Susan George (Outras Palavras)   -  Link


Fonte: Outraspalavras.net
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

PIXULECO - Por Álvaro Alves de Faria


Fonte: Blog do Poeta Álvaro Alves de Faria
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.


Ontem eu pensei em ir conhecer o Pixuleco na Avenida Paulista, mas minha bicicleta quebrou, não deu para sair de casa. Então eu ainda não conheci de perto o Pixuleco, aquele boneco inflável com a imagem do digníssimo senhor ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, vestido de presidiário com o número 13-171. Eu quero ver o Pixuleco de perto. Soube depois que houve muita briga na Paulista, por causa do Pixuleco. (Pixuleco é como o ex-tesoureiro do PT, João Vaccari Netto, se referia à propina que ele ia recolher da Petrobras para levar ao PT). 

Então o nome Pixuleco coube certinho no boneco inflável de Lula. Nessa manifestação contra o governo e a corrupção, ocorreu uma coisa inusitada. O senhor ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, decidiu passear na avenida Paulista, bem no domingo, dia da manifestação. Caminhou com um amigo pela calçada da avenida Paulista, dando um passeio dominical, com uma blusa Polo verde-musgo, calça jeans e tênis. O ministro, uma espécie de menino de recados do governo, caminhava tranquilamente com seus óculos escuros, mas foi reconhecido por manifestantes. Foi xingado e insultado. A bem da verdade, o ministro da Justiça não foi ríspido com ninguém. Ouviu tudo e tentou falar o que lhe foi possível. As pessoas não querem mais saber se é ministro ou não. As pessoas estão cansadas e vão cobrar mesmo. O ministro da Justiça continuou caminhando sem discutir com ninguém. Pelo contrário: ouviu tudo. 

A seguir, entrou na Livraria Cultura, que teve de fechar as portas. Depois o ministro disse que “tem-se que respeitar o povo”. Disse mais: “A intolerância é incompatível com a democracia”. Referindo-se a alguns manifestantes que acusavam o governo, o ministro afirmou: “É democrático vocês se manifestarem, mas xingamentos ultrapassam o limite democrático”. Um dia antes, no sábado, o digníssimo ex-presidente Lula disse que será candidato em 2018. E disse isso como uma espécie de ameaça. Como se ele fosse ainda o mesmo que foi há alguns anos, no que diz respeito a voto e prestígio popular. Afirmou que “tem ficado quieto no seu canto”, mas que decidiu que de agora em diante vai passar a falar de novo, vai dar entrevistas, vai “incomodar”. 

Textualmente, disse o seguinte: “Um ex-presidente tem de aprender a ser um ex-presidente, não pode ficar dando palpite”. O ex-presidente devia estar brincando. Se existe alguém no país que é “ex” e não se porta como “ex” é ele, porque se mete em tudo, como se o país fosse dele, como se fosse ele o presidente da República. O senhor ex-presidente assinalou ainda: “Existe um certo ódio emocional, uma irracionalidade emocional no país”. Para ele, esse fato “faz com que se estabeleça uma divisão nacional”. Não diga, senhor ex-presidente! Verdade? E quem plantou esse ódio e essa irracionalidade a que o senhor se refere? Quem?  

Disso tudo eu me lembro de minha mãe, que se foi não faz muito tempo, com 96 anos de idade. Ela sempre me disse a vida inteira: “Filho, a gente colhe aquilo que planta”. Ela tinha razão.

Por um novo movimento global de trabalhadores


Sindicatos perderam força; mas trabalho assalariado cresceu e ganhou ainda mais importância. Grande desafio é reconstruir – e reinventar – uma cultura de lutas. 

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Fonte: Outraspalavras.net

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Ir além dos partidos, nas eleições 2016 - Por João Telésforo

E se for possível, como na Espanha apresentar projetos alternativos para as cidades, com base na experiência e lutas dos que querem transformá-las? 

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Fonte: Outraspalavras.net
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.

Para a máxima glória de Washington - Por Gar Alperovitz

Setenta anos após Hiroshima e Nagasaki, uma balanço: Japão já estava batido; bomba visou apenas afirmar supremacia global dos Estados Unidos.

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Fonte: Outraspalavras.net
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.

domingo, 19 de julho de 2015

Chegada até Plutão marca história da humanidade




Após nove anos e cinco bilhões de quilômetros rodados, a sonda espacial New Horizons (Novos Horizontes, em inglês), finalmente, chegou à Plutão. Lançada pela Nasa no dia 19 de janeiro de 2006, na Flórida (EUA), ela é a primeira nave terráquea que chegou perto do planeta anão.

Logo após a conquista, a agência espacial postou uma foto do planeta em seu Instagram. A imagem viralizou na internet e tornou-se um marco da ciência. Veja mais curiosidades sobre a viagem da sonda para Plutão no vídeo.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Evo Morales: Insulto e estupidez - Por Álvaro Alves de Faria



Fonte: Blog do Poeta Álvaro Alves de Faria
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

O companheiro Evo Morales, da Bolívia, é um estúpido. Na verdade, um verdadeiro idiota. Prova disso é essa infantilidade de presentear o Papa Francisco, que visitou a Bolívia, com um Cristo, não em uma cruz, mas “crucificado” sobre uma foice e um martelo. Qualquer um vê nas fotos espalhadas pelo mundo que o Papa ficou surpreso com aquilo e não gostou do presente. Nem podia gostar. Uma verdadeira provocação, das mais baixas. E das mais covardes também. Falar mal do companheiro Evo Morales pode me complicar. Sempre aparecerá alguém que dirá que eu estou a serviço da direita e que eu sou um golpista. 

O insulto repercutiu, como o idiota desejava. O companheiro Evo Morales é muito querido no Brasil. Tanto que, em 2006, mandou o Exército boliviano invadir as duas refinarias da Petrobas na Bolívia. Tiraram a bandeira brasileira e colocaram a boliviana. Tomaram tudo. Para construir as usinas da Petrobras invadidas na Bolívia, o Brasil  gastou 1 bilhão e 500 milhões de dólares. O então presidente Lula ficou quietinho. Isso aconteceu em 2006. 

O então presidente Lula, hoje presidente do governo paralelo do Brasil e salvador da pátria de plantão, entregou tudo de bandeja, em reclamar de nada. Acho que ele não sabia. Talvez ainda não saiba. As usinas da Petrobras passaram a fazer parte da Yocimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos. Foi um tapa do companheiro Evo Morales na cara do companheiro Luiz Inácio Lula da Silva. Depois disso, o companheiro Evo Morales fez muitos discursos a respeito, dizendo textualmente que O Brasil saqueou os recursos do seu país. E o Brasil continua despejando dinheiro lá. É um dinheiro que não faz falta ao povo brasileiro. No Brasil o dinheiro está sobrando.

 O Brasil pode fazer obras incríveis nos países de outros companheiros. E o companheiro Evo Morales continua a merecer por aqui toda a atenção e admiração do governo brasileiro. Voltando ao assunto inicial: não sei o que o Papa Francisco vai fazer com o presente que recebeu do companheiro Evo Moraes, esse insulto, essa estupidez sem tamanho. A ordem é fazer de tudo para aparecer. Uma asnice e que me perdoe o asno pela comparação.