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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Alckmin, Pezão e Rollemberg estão na lista de beneficiados pela JBS

Diretor Ricardo Saud diz que a empresa ajudou a eleger 16 dos 27 governadores. Só o titular do RJ teria recebido R$ 27 milhões

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Fonte: CBN

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Michel Temer e o fogo amigo

Impeachment



Liderados pelo PSDB, partidos aliados ao PMDB na sustentação do governo de Michel Temer consideram que o presidente perdeu as condições de ficar no cargo, e já fizeram chegar a ele essa avaliação de forma reservada. Como o peemedebista resiste em renunciar na esteira da delação da JBS na operação Lava Jato, a solução será contar com a cassação da chapa eleita em 2014 pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). 

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Fonte: Giro Uol

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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Para onde vai a crise brasileira? - Globo News Painel



Bolívar Lamounier, Murillo de Aragão e José Eduardo Faria debatem os rumos do Brasil em meio à crise política causada pelo conteúdo das delações de executivos da JBS.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Série da Netflix inspirada na Lava Jato

 

O Mecanismo, nova série brasileira original da Netflix e que tem como diretor José Padilha, já começou a ser rodada. A série é inspirada na operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras.

O ator Selton Mello fará o papel de um delegado aposentado da Polícia Federal e Carol Abras, de Avenida Brasil, interpretará uma agente discípula dele. A estreia está prevista para início de 2018. 
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Fonte: Uol Notícias

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terça-feira, 9 de maio de 2017

Uma semana dominada por reviravoltas na Lava-jato - Globo News Painel


O Supremo libertou José Dirceu e Antonio Palocci recuou na negociação da delação premiada. Posição contra prisões preventivas é pontual ou generalizada no STF? 
O futuro da operação está em risco? Roberson Pozzobon, procurador da República e membro da força-tarefa, Oscar Vilhena, professor de Direito Constitucional da FGV-SP e Pierpaolo Bottini, advogado e professor de Direito Penal da USP participam do debate com Renata Lo Prete:

Link do audio: 84901_20170506.mp3

Fonte: Globo News Painel
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domingo, 7 de maio de 2017

João Doria responde a Lula e mostra sua carteira de trabalho - "Eu trabalho, Lula."




Chamem a Sonia Abrão e o Ratinho. Acho que os debates presidenciais de 2018 serão campeões da "baixaria"...Calculem um hipotético segundo turno entre Lula e João Dória...

sexta-feira, 28 de abril de 2017

“Não sou grevista que é preguiçoso e acorda tarde; não sou Jaiminho", diz Doria


Fonte: Jovem Pan
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“Eu acordo cedo e trabalho. Eu não sou grevista que dorme, é preguiçoso e acorda tarde. Eu não sou Jaiminho, não”. A afirmação é do prefeito de São Paulo, em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã, ao ser questionado se as manifestações marcadas para ocorrer em frente a sua residência nesta sexta-feira (28) de fato foram realizadas - e se ele foi afetado. "Se quiserem bloquear minha saída [de casa], acordem mais cedo", completou.
João Doria (PSDB), voltou a criticar as manifestações pela cidade e aqueles que promovem as paralisações. “Neste confronto, só a população que trabalha, que é honesta é quem perde. Quem não é sindicalista, sem querer generalizar. Quem promove a greve são aqueles que fazem política partidária ideológica em função própria”, disse. O tucano afirmou que a Prefeitura segue em ação conjunta com o governo do Estado desde as 5h desta sexta-feira (28) para ter soluções rápidas e eficientes para eventuais problemas na cidade. 
Doria garantiu que os servidores que aderirem à greve terão seus pontos cortados e que os sindicatos paralisados pagarão multas. “Fiquem certos que vamos cobrar as multas daqueles sindicatos que romperam a ordem e a determinação da justiça. Vamos cobrar as multas”, disse. Sobre os pontos, o tucano ponderou: “vamos cortar o ponto. Vamos ter condescendência. Hoje não dá para ter rigor com o horário, haverá absoluta tolerância em situações de atraso. Não vamos desconsiderar o direito de receberem seus salários. Agora, quem não vier trabalhar durante o dia inteiro terá seu dia descontado”.
O prefeito aconselhou ainda que os paulistanos tenham sua cidadania preservada e sigam aos seus trabalhos da melhor forma que encontrarem. “Recomendamos o uso de táxi, aplicativos, carona solidária”, disse.

quinta-feira, 27 de abril de 2017

A sombra de conflitos de interesses sobre ministros de Temer


Membros do alto escalão do governo receberam doações de campanha de empresas que têm contratos com suas pastas. Pelo menos seis mantiveram relações que levantam questionamentos.

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Fonte: Deutsche Welle

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Rogério Lins não vai decretar ponto facultativo para que servidores participem da greve geral nesta sexta, 28




Durante evento nesta quarta, 26, o prefeito de Osasco Rogério Lins (PTN) disse que não haverá ponto facultativo para os funcionários da prefeitura, participarem da Greve Geral, convocada para sexta, 28, contra as reformas da Previdência e trabalhistas. 

“Não existe essa possibilidade, apesar de defender o direito histórico a greve, fruto de muita luta”, disse.

Prefeitos de diversas cidades do país já publicaram decretos de ponto facultativo, para evitar que os trabalhadores sejam prejudicados ao aderirem à paralisação.

Apesar de negar o ponto facultativo, o prefeito de Osasco garante que “não vai ter nenhum posicionamento autoritário em relação a isso [a participação de servidores na greve geral]”, disse.


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Fonte: Visão Oeste
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terça-feira, 25 de abril de 2017

Doria vai cortar ponto de funcionários que aderirem à greve - Por Talita Abrantes




Para o prefeito, atos são legítimos do ponto de vista democrático, mas não têm o aval dele e funcionários da Prefeitura que participarem serão penalizados.

Fonte: Exame
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.


São Paulo – O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou na manhã de hoje que irá descontar um dia de trabalho dos funcionários públicos municipais que participarem da greve geral convocada por centrais sindicais para a próxima sexta-feira (dia 28), embora ele considere as mobilizações legítimas do ponto de vista democrático.

“Eu não apoio esse movimento. Já disse que, na Prefeitura de São Paulo, funcionários públicos que participarem, vão ter seu ponto cortado”, afirmou o tucano em entrevista para a Super Rádio AM. “Se não trabalhar, vai ter um dia a menos no seu salário”.
As mobilizações marcadas para esta sexta se posicionam contra as reformas da Previdência e trabalhista propostas pelo presidente Michel Temer e que tramitam no Congresso. As mudanças foram defendidas pelo prefeito de São Paulo, para quem a reforma da Previdência não afetará as perspectivas de aposentadoria de quem já está no mercado de trabalho.
“A Reforma Previdenciária não prejudica ninguém. Ninguém que está já no seu processo de trabalho é prejudicado. A reforma tem um impacto para 20, 25, 30 anos, daí para frente”, disse durante a entrevista.  Segundo o prefeito, a reforma trabalhista, por sua vez, coloca em ordem as leis que regem o mercado de trabalho no país, classificadas por ele como arcaicas.
“Não pode uma legislação da década de 40 estar ativa no século 21. É um atraso, um retrocesso. Por isso que muitos empregos são perdidos ou não são gerados”, afirmou. “É falso você imaginar que ela protege o trabalhador, ela prejudica o trabalhador a medida que você não gera mais empregos”. Segundo ele, as reformas são importantes e o único instrumento capaz de reverter “triste situação que o PT deixou de presente nos governos Lula e Dilma para nós brasileiros”.

Caminho para resolver a crise passa por reforma constitucional? - Globo News Painel




William Waack recebe o professor da faculdade de Economia e Administração da USP Hélio Zylberstajn, o juiz do trabalho Marlos Melek e o coordenador do Ibre da FGV-Rio, Armando Castelar.

terça-feira, 18 de abril de 2017

Deputado de São Paulo afasta funcionária fantasma e coloca o pai dela no cargo

 

Fonte: http://noticias.band.uol.com.br/cidades/noticia/100000854281/deputado-afasta-funcionaria-fantasma-e-coloca-o-pai-dela-no-cargo.html 


A reportagem da Rádio Bandeirantes acompanhou, durante um mês, a rotina de Michelle Menechini Camargo, até então assessora parlamentar do deputado estadual de São Paulo Davi Zaia (PPS). Prestes a se formar em biomedicina, Michelle estudava de manhã e trabalhava à tarde em um laboratório de Alphaville, quase não tendo tempo para exercer seu cargo na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP)

O próprio pai de Michelle, o coronel da Polícia Militar Rogério Cabral Camargo, confirmou os horários da filha incompatíveis com o trabalho dela como assessora parlamentar. Por telefone, a reportagem conseguiu localizar Michelle, que se recusou a falar sobre o assunto. Irritado, o pai tentou explicar que a filha compensaria as faltas na assembleia durante a semana, exercendo sua atividade durante os finais de semana e também nos feriados. Rogério ainda tentou intimidar a reportagem, lembrando que é oficial da Polícia Militar e que “possui contatos”. 

O deputado Davi Zaia conversou com a rádio e anunciou uma decisão no mínimo inusitada diante dos fatos: exonerou Michelle do cargo e colocou em seu lugar o pai, o coronel da PM. O parlamentar disse que foi uma “troca normal” e garantiu que “o pessoal trabalha”. 

Com quais lideranças a política brasileira vai prosseguir? - Globo News Painel



O jornalista William Waack debate possíveis cenários após as delações da Odebrecht com Luiz Felipe d'Avilla, diretor-presidente do Centro de Liderança Pública, Cláudio Couto, cientista político e professor da FGV, e o também cientista político Eduardo Viola, professor titular de RI da UNB.

Acesse o mp3: 79033_20170416.mp3














quinta-feira, 13 de abril de 2017

Delator diz que Alckmin se reuniu com acionista da Odebrecht e combinou caixa 2; veja vídeo


“Eles ficaram de pé, assim como dizendo ‘acabou o tempo’. O doutor Alckmin pediu para a secretária um cartão que tinha um nome, os contatos, me entregou aquilo lá”, explicou Paschoal. “Ele disse só ‘esse aqui é meu cunhado, aquilo lá que a gente combinou aqui com doutor Araújo'”, completou.

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Até tu Brutus? - Alckmin usou cunhado para receber R$ 10,7 milhões, dizem delatores



O governador Geraldo Alckmin (PSDB-SP) recebeu R$ 10,7 milhões em caixa dois do departamento de propina da Odebrecht, segundo delatores da empreiteira. O acordo de delação homologado pelo Supremo Tribunal Federal diz que um cunhado de Alckmin teria recebido "pessoalmente parte desses valores". Trata-se do empresário Adhemar Cesar Ribeiro, irmão da primeira-dama paulista, Lu Alckmin.

O documento afirma que R$ 2 milhões foram aplicados na campanha do tucano ao Palácio dos Bandeirantes em 2010 e o restante na de 2014, "todas somas não contabilizadas", ou seja, caixa dois. Houve também doação oficial de R$ 400 mil, de acordo com depoimentos de três delatores: Benedicto Barbosa da Silva Júnior, o BJ, ex-presidente de uma das empresas do grupo, e os executivos Carlos Armando Guedes Pachoal, o CAP, e Arnaldo Cumplido de Souza e Silva.

O ministro do STF Edson Fachin mandou para o STJ (Superior Tribunal de Justiça) as citações dos delatores feitas a Alckmin e oito governadores, de todos os matizes políticos: Paulo Hartung (PMDB), do Espírito Santo; Beto Richa (PSDB), do Paraná; Fernando Pimentel (PT), de Minas; Flavio Dino (PCdoB), do Maranhão; Luiz Fernando Pezão (PMDB), do Rio; Marconi Perillo (PSDB), de Goiás; Raimundo Colombo (PSD), de Santa Catarina; e Marcelo Miranda (PMDB), do Tocantins.

Cabe ao STJ investigar os governadores. Outros três também entraram na mira da Procuradoria-Geral da República: Renan Filho (PMDB), de Alagoas, Tião Viana (PT), do Acre, e Robinson Faria (PSD), do Rio Grande do Norte. As denúncias relativas a eles vão correr no STF, pois seus casos têm conexão com investigados com foro perante do Supremo.


Fonte: Folha Online
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.

O que Doria fez em 100 dias sobre 4 promessas de campanha - Bárbara Ferreira Santos





Fonte: Exame.com

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

Durante sua campanha, Doria fez mais de cem promessas eleitorais — checamos o que ele conseguiu tirar do papel até agora
access_time10 abr 2017, 06h00 - Atualizado em 10 abr 2017, 15h55

São Paulo — O mandato do prefeito de São Paulo, João Doria Jr., completa 100 dias hoje, dia 10 de abril. Para chegar ao comando da maior cidade do país, Doria se lançou como um “não político” e assumiu o discurso de “bom gestor”. Além disso, fez 118 promessas na campanha eleitoral, o que demandaria cumprir uma meta a cada 12 dias em seu governo. Assíduo comunicador nas redes sociais nos 100 dias de mandato, conquistou fãs e críticos não só entre os paulistanos como entre pessoas de outras cidades e estados, o que o fez a ser até mesmo cogitado como um possível candidato do PSDB para 2018.

Em São Paulo, segundo pesquisa da Editora Abril em parceria com a MindMiners para EXAME.com, 60% dos paulistanos consideram sua gestão como ótima ou boa. De acordo com o Datafolha, sua aprovação é recorde e supera a deseus antecessores. Mas, apesar de toda a popularidade que construiu nesses 100 dias, ele de fato tirou do papel as promessas eleitorais?

EXAME.com separou quatro propostas, em áreas como Educação, Saúde, Mobilidade Urbana e Finanças, para checar o que foi feito até a semana passada. Todas essas promessas foramfeitas durante entrevista para o site de EXAME em setembro do ano passado,durante a corrida eleitoral. (Relembre a entrevista: Quero seguir o exemplo de Michael Bloomberg em SP, diz Doria). Hoje, marco dos 100 dias, o próprio prefeito deve apresentar contas do que já foi feito nesse prazo.


Educação
Uma das principais promessas era zerar a fila por vagas em creches já no primeiro ano de governo. No mês das eleições, em outubro do ano passado, o déficit era de 103 mil crianças de 0 a 3 anos. Para matricular todas até dezembro de 2017, Doria teria de entregar, em média, 2,6 creches por dia.

Em janeiro deste ano, no entanto, a promessa mudou. Em entrevista a EXAME.com, o secretário de educação de Doria, Alexandre Schneider, afirmou que a meta passaria a ser de 66 mil vagas em 2017, demanda deixada por Fernando Haddad (PT) em dezembro.  Mas, em março, Doria anunciou o Programa Nossa Creche e adiou ainda mais a meta: disse que vai criar 65,5 mil vagas até março de 2018 e 96 mil novas vagas nos 4 anos de governo, valor bem menor do que as 103 mil prometidas na campanha.

No último dia 30, o prefeito divulgou o Plano de Metas da Prefeitura para os 4 anos de governo, documento que estabelece o compromisso mínimo de aumentar o número de vagas em creche em apenas 30% até 2020. Como, em 2016, São Paulo tinha 284.217 vagas em creches, Doria teria de criar apenas mais 85 mil vagas em 4 anos, valor que contradiz os números divulgados inicialmente.

Saúde
Outra proposta eleitoral foi o Corujãoda Saúde, um plano de atender pacientes que estão na fila por exame médico durante a noite em hospitais particulares. Saúde: Prefeiturafará duas novas etapas do Corujão da Saúde. A promessa era zerar a fila de 485.300 exames.
Depois de eleito, Doria tirou 145.919 pessoas dessa fila sem receber atendimento. Ele alega que elas ou não precisavam mais fazer os procedimentos ou aguardavam há mais de 6 meses pelo exame e teriam que fazer uma reavaliação. Até o dia 3 de abril, 342.741 atendimentos foram feitos.

Atualmente, a fila tem 1.706 pessoas que esperam por um exame desde 2016 e outras 86.918 que receberam pedidos de exames médicos neste ano. Segundo a gestão Doria, a meta é que até 2020 a espera para exames prioritários seja de até 30 dias.

Mobilidade
Uma das promessas cumpridas até agora é o aumento da velocidade das Marginais Pinheiros e Tietê. Na gestão Haddad, as velocidades foram diminuídas e, depois da medida, o número de acidentes nas marginais caiu 57% em 2016.Durante a campanha, Doria prometeu voltar as velocidades para 60km/h, 70km/h e 90km/h já no primeiro dia de governo, mas o aumento da velocidade só aconteceu em 25 de janeiro.

Batizado de Marginal Segura, o plano manteve o limite de 50km/h para uma das faixas da pista local enquanto as outras faixas da local voltaram a 60km/h, decisão questionada por especialistas. Mas a medida de fato aumentou a velocidade da pista expressa para 90km/h e da pista central para 70km/h, porém manteve alguns pontos de redução, como nos acessos a pontes.

Um mês depois da medida, as marginais Pinheiros e Tietê registraram 102 acidentes com vítimas, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). A gestão Doria não divulgou o valor do mesmo período no ano passado. No entanto, o registrado em 2017 já superou a média mensal do ano passado, que era de 64.

Finanças
Outro ponto central da campanha de João Doria era a privatizaçãoe concessão à iniciativa privada de equipamentos públicos. Ele afirmou, na corrida eleitoral, que manteria apenas o “essencial” sob administração do município. Em entrevista a EXAME.com, o então candidato Doria afirmou que as privatizações poderiam gerar uma receita de 3,5 bilhões a 5 bilhões para o município. Relembre: Doria reúne elite bancária para angariar financiamento de creches. Em fevereiro deste ano, Doria viajou aos Emirados Árabes para atrair investidores e lançou um vídeo em inglês em que anunciava o “maior programa de privatização da cidade”. Um mês depois, seis representantes do fundo Adia, de Abu Dhabi, vieram a São Paulo analisar as propostas. 

Entre os locais oferecidos para a iniciativa privada e que aparecem no vídeo estão o Parque do Ibirapuera, o Anhembi, o Autódromo de Interlagos, o Mercadão, o Estádio do Pacaembu, terminais de ônibus, o sistema de cobranças do transporte público (bilhete único e aluguel de bikes), o sistema funerário e o de iluminação pública. Segundo o Plano de Metas divulgado no dia 30 de março, o Plano de Desestatização tem como objetivo viabilizar R$ 5 bilhões para a prefeitura até 2020. 

Em diversas entrevistas, Doria afirmou que esse plano deve sair ainda neste ano. Uma coisa que não se deve negar é a popularidade do prefeito – que virou em 100 dias um pop star nas redes sociais. Vamos ver como ele irá se sair nos 1.361 dias que restam do governo. Por enquanto, ele tem 50 metas no Plano de Metas para cumprir até 2020.

terça-feira, 11 de abril de 2017

O que é esta proposta de reforma política? - Globo News Painel




‎Domingo, ‎9‎ de ‎abril‎ de ‎2017, ‏‎07:13:32

William Waack recebe Marcus André Melo, professor de Ciência Política da UFPE; Christopher Garman, cientista político e diretor da consultoria internacional Eurasia, e Carlos Melo, professor do Insper.






segunda-feira, 10 de abril de 2017

Maia comenta ameaça da CNBB de pregar contra reforma da Previdência




Presidente da Câmara diz que se reforma não for aprovada 'são exatamente os mais pobres que serão prejudicados' (leia mais)


Fonte: Congresso em Foco                                               

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

'O PT não queria que Dilma se reelegesse'

Segundo Jorge Bastos Moreno, Lula esperava desprendimento dela, como Ulisses Guimarães falou para José Sarney: 'é sua vez, Sarney'. Jornalista lança novo livro - Link

Fonte: CBN
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.