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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Angela Merkel: Não podemos confiar nos outros

Donald Trump



Neste domingo (28/05) a chanceler alemã  Angela Merkel, demonstrou frustração com a cúpula do G7, realizada em Taormina. Ela mencionou que “o tempo de confiança em outras nações ficou para trás e que agora cabe a Europa cuidar do seu destino sozinha”.

Principais motivos

- Alemanha, Canadá, EUA, França, Itália, Japão e Reino Unido não registram progresso na reunião do G7

- Donald Trump não se comprometeu com o acordo de Paris (proteção ambiental)


sexta-feira, 12 de maio de 2017

Ransomware: Arma cibernética da NSA pode estar na origem do problema - Por Andreia Martins Costa


Fonte: www.jornaleconomico.sapo.pt
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo.

Ransomware WannaCry atingiu sistemas em pelo menos outras 11 nações. Um especialista de segurança afirma que registou 36 mil detecções da variante de malware, só no dia de hoje. 


Um software que se acredita pertencer à NSA, mais precisamente um exploit do Microsoft Windows chamado EternalBlue, está a ser utilizado como método para espalhar uma variante ransomware chamada WannaCry, em todo o mundo.  O uso do EternalBlue foi confirmado por Kafeine, um pesquisador de malware independente.

O ransomware atingiu os hospitais do Reino Unido, com vários serviços a reportarem fechos de enfermarias e alguns dos funcionários do serviço nacional de saúde (NHS) a serem enviados para casa. O NHS confirmou à revista Forbes que 16 das suas organizações tinham sido afectadas pelo ataque cibernético.


Recorde-se que há umas semanas, um grupo de hackers – Shadow Brokers – trouxe a público várias ferramentas informáticas que se acredita pertencerem à NSA, de acordo com a mesma revista.
O ransomware WannaCry atingiu sistemas em pelo menos outras 11 nações. Um especialista de segurança, Jakub Kroustek, afirma que registou 36 mil detecções da variante de malware hoje.
A MalwareHunterTeam, que anunciou que WannaCry estava a “espalhar-se como o inferno”, adianta ainda que a Rússia tem sido o país mais atingido, mas Espanha também foi gravemente atacada através da gigante das telecomunicações Telefonica.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Tensão na Península da Coreia

Coreia do Norte, Coreia do Sul, Japão, Estados Unidos ou China: quem tem o maior poder militar em meio a tensão na Península da Coreia? Os chineses e os americanos dispõemde mísseis de longo alcance e um enorme aparato tecnológico de armamento.

Já a Marinha e a Força Aérea são o forte do Japão, enquanto o Exército é a arma de ambas as Coreias.  O conflito entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos aumentou depois que o presidente Donald Trump afirmou que a "paciência estratégica" com Pyongyang acabou. Leia mais 





Fonte: Uol Noticias 
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Coreia do Norte x EUA


A Coreia do Norte acusou a Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos de conspirar com a Coreia do Sul para assassinar o líder do país, Kim Jong-Un, em um momento de grande tensão na região. 

A acusação foi divulgada após a intensificação da guerra verbal entre Coreia do Norte e Estados Unidos nas últimas semanas. O governo de Donald Trump adotou uma retórica áspera, dizendo estar pronto para, sozinho, resolver a questão norte-coreana. Leia mais 


Fonte: Uol Notícias

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.

terça-feira, 2 de maio de 2017

Estamos vendo uma reação ao populismo em vários países? - Globo News Painel

 


O jornalista William Waack discute o tema com o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Lafer, a professora de RI da ESPM Denilde Holzhacker, e o professor de RI das Faculdades Rio Branco Gunther Rudzit.

Acesse o áudio aqui: 83099_20170430.mp3

Fonte: Globo News Painel
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo a ela os créditos pelo mesmo

quarta-feira, 26 de abril de 2017

EUA x Coreia do Norte

 

E a tensão entre Estados Unidos e a Coreia do Norte continua. Nesta terça-feira (25), o governo norte-americano enviou um submarino nuclear à península coreana para se juntar ao porta-aviões que já está no local. Neste mesmo dia é comemorado o 85º aniversário do exército norte-coreano. Leia mais 


Fonte: Giro UOL
Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.




segunda-feira, 24 de abril de 2017

Emmanuel Macron x Marine Le Pen : Eu preciso de café........José Carmo


Hoje as principais lideranças da Europa demonstraram apoio ao candidato centrista francês Emmanuel Macron que disputará o segundo turno contra a candidata considerada de extrema direita Marine Le Pen ( abaixo segue um link com a cobertura completa da eleição). A mídia mundial também entrou na coalização anti Le Pen .Passei o dia elaborando cenários mentais sobre o tema. Sei que a conjuntura politica e os atores sociais são totalmente diferentes, mas será que a onda anti Le Pen pode guardar alguma semelhança com os movimento Anti Trump? Quais avaliações podemos ter de um processo eleitoral, onde os extremos são destaque?Comentem leitores e leitoras do site JPE. Acredito que é possível esvaziar várias xícaras de café debatendo sobre o tema , até 07 de maio tem muito assunto.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2017/04/1877896-macron-e-le-pen-vao-ao-2-turno-na-franca-mostra-resultado-preliminar.shtml

terça-feira, 11 de abril de 2017

United Airlines passenger incident sparks boycott in China



A video showing a man being violently dragged off a United Airlines flight on Sunday has led to an uproar on social media.
Just a few weeks after the United Airlines received a backlash for banning two girls wearing leggings, the airline made headlines in both the United States and China after the video was posted online by another passenger.
The footage captures aviation officers forcibly pulling a 69-year-old male from a window seat on flight 3411.
The scene occurred just before the aircraft was about to take off from the Chicago O'Hare International Airport, headed to Louisville.
The man, only known as a doctor, had a bleeding mouth and was mumbling in the video. Cries for help from other passengers could also be heard.

#CHINAFORCE - United Airlines forcibly removes a man from an overbooked flight


MANY airlines habitually overbook flights, working on the assumption that a few passengers will always cancel at the last minute. By selling more tickets than seats, they can ensure their flights are full even when there are no-shows.
Sometimes that calculation misfires and airlines have to bump passengers. There is a right and a wrong way to do this. The option United Airlines plumped for on April 9th would strike most as the wrong way. 
According to the Courier-Journal, after passengers had boarded a service from Chicago to Louisville, Kentucky, the airline discovered that it needed to fly some stand-by employees to Louisville for a flight the following day. When no passengers accepted an offer of $400 to be placed on a later flight, it upped the ante to $800 (plus a night in a hotel).

United Airlines Passenger Is Dragged From an Overbooked Flight

quinta-feira, 6 de abril de 2017

E agora Vladimir Putin? Por José Carmo




Acabei de ouvir o discurso do presidente americano Donald Trump na CNN, no qual ele justifica que as ações na Síria foram uma resposta ao ataque químico contra civis. Ele não deixa claro se esta foi uma operação de advertência contra o regime de Bashar al-Assad.

No xadrez geopolítico ele fez uma jogada inesperada, deixando analistas internacionais, a mídia e diversos chefes de Estado surpresos. Já que Trump sinalizava que seu governo diminuiria as intervenções ao redor do mundo e concentraria esforços em solucionar os problemas domésticos.
A expectativa agora é sobre o comportamento da próxima peça do tabuleiro: a Rússia, que possui laços históricos com a Síria, O presidente russo Vladimir Putin deverá se pronunciar sobre o ataque americano. O tom e as palavras que serão utilizadas vão delimitar até que ponto ele apoia Trump e os riscos de novas crises naquela região.
Uma pergunta se faz necessária. Será que a mudança no comportamento do líder americano se deve a uma justificada indignação com os ataques?
Ou ele está procurando um inimigo fora do seu território, para diminuir a pressão da cobrança interna no país?

Leitura recomendada:

10 perguntas para entender o ataque químico 

EUA lançam misseis contra a Síria 


Assista 
Live Now: President Donald Trump Orders Military Strikes in Syria.

quarta-feira, 1 de março de 2017

Prisão de correspondente na Turquia causa indignação na Alemanha

Governo, políticos e intelectuais criticam detenção do jornalista Deniz Yücel, de nacionalidade turca e alemã. Desde golpe de Estado fracassado de 2016, Erdogan aumentou cerceamento à imprensa.

Fonte: Deutsche Welle

Este texto foi retirado da fonte acima citada, cabendo à ela os créditos pelo mesmo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

10 mortos em atentado na Turquia.

Homem bomba que praticou o ataque num ponto turístico é de acordo com o governo turco, de nacionalidade síria e ligado ao grupo terrorista EI.   

Leia mais 

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Chega a ajuda para combater a fome em Madaya na Siria



Caminhões com mais de 300 toneladas de comida e suprimentos médicos chegaram a Madaya na Síria.  Lá os moradores estão se alimentando com folhas, cachorros e gatos.   Já foram registradas mai de 30 mortes. 

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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Os riscos de 2016 segundo o Eurasia Group



    1. Enfraquecimento de algumas instituições mundiais em virtude do protagonismos de novos atores. ( ONU, OTAN, OMC, etc )
    2. Crise dos refugiados
    3. Desaceleração da economia chinesa
    4. A organização terrorista  EI: Estado Islâmico 
    5. Os efeitos da queda do preço do petróleo na Arábia Saudita
    6. O poder de influencia de dos atores "tecnológicos" ( Mark Zuckerberg, Sergey Brin, Jack Ma, entre outros)
    7. O comportamento imprevisível dos principais lideres da Russia, Turquia, Ucrânia e Arabia Saudita.  Vladimir Putin, Tayyip Erdogan, Petro Poroshenko e bin Salman, respectivamente.
    8. Desdobramentos da crise brasileira 
    9. Ausência de sufrágio eleitoral relevantes em 2016 nos principais emergentes
    10. O comportamento da Turquia em relação a Russia e os refugiados



Acesse aqui o relatório completo

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Após provocações do EI, Erdogan respoderá com declaração de guerra



Após o atentado em Suruc e ataques contra os soldados do exército turco na fronteira, o presidente Erdogan declarou guerra ao Estado Islâmico.